quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Efésios 1.5 - A Predestinação

A PREDESTINAÇÃO
Rev. João Ricardo Ferreira de França.
EXPOSIÇÃO BÍBLICA:
Efésios 1.5: “..em amor os predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade,.”
Introdução: Estamos aqui diante de uma declaração estupenda. Uma verdadeira declaração que nos coloca mais baixo que o chão que pisamos. Eis aqui uma verdade solene, uma verdade da eternidade, uma verdade que procede da vontade de Deus.
       O apóstolo quer que nos concentremos mais uma vez em uma das visões mais gloriosa, quer que subamos mais um degrau até o maravilho céu. Olhando com o olhar da eternidade. Olhando para a própria eternidade. A grandeza da revelação aqui é gritante.
       Este texto revela-nos grandes coisas sobre Deus e a sua ação redentora sobre nós; revela-nos a nossa ignorância sobre o seu ser e sobre sua vontade absoluta.
I – A PREDESTINAÇÃO UMA DOUTRINA QUE REVEL O AMOR DE DEUS.
       Bem, aqui de imediato lidamos com um termo muito importante o verbo “predestinou” algumas pessoas sabem que nós cremos na doutrina da predestinação; todavia, acham que se esta doutrina vem de Deus, dizem eles, então, Deus não cheio de amor.
       Ora, esta concepção erra exatamente ai. Porque o nosso texto nos diz: “E em amor nos predestinou....” – nós não fomos predestinados em “ódio” ou “pelo ódio”, ou pelo pecado de “acepção de pessoas” – não! Nós fomos predestinados em amor.
       A predestinação é uma prova de amor. Sim, amor , o amor eterno, todavia, um amor que não se compra, que não se conquista por méritos humanos, e assim, somente assim entendemos que fomos alvos da maior graça dos céus – o amor de Deus Pai em nos predestinar.
       O pai nos predestinou para ele “porque nos amou” de forma soberana. Em amor “a igreja foi predestinada” agora, a expressão em amor no grego é “evn avga,ph|(” este deve o primeiro aspecto a ser considerado, que a Predestinação revela o amor de Deus. Esta a primeira implicação clara do texto que temos diante de nós.
II – SOMOS PREDESTINADOS PARA SERMOS DE DEUS.
       Mas, a pergunta que se levanta para o nosso texto é a seguinte: “O que Deus fez em amor”? Nos predestinou para ele. Isso é importante. Algumas pessoas dizem: “ah, se há predestinação, então podemos fazer o que quisermos, pecarmos a vontade, viver na farra, viver uma vida licenciosa” – notem que não fomos predestinados para o mundo ; o texto nos informa outra realidade, nos diz que fomos predestinados para Deus e não para o mundo. Nós somos obras de suas mãos e devemos obedecer a sua palavra. Esta expressão ainda tem algo a nos dizer: “nos predestinou para ele” alguns aqui podem até achar o seguinte, bem se fui predestinado vou viver para mim mesmo, para o meu bel prazer, viver uma vida que não importa o que acontecer, ele já predestinou tudo. Então, eu posso fazer o que quero, e o que der na telha, não! Não! Não é isso que texto dizendo. O texto nos diz que fomos “predestinados para ele” – ou seja, somos criados e trazidos ao mundo com o propósito de que a nossa vida deve ser sempre para ele; tudo  o que somos é para ele, porque tudo é dele, ele é absoluto e ninguém pode discutir com sua soberania. Augusta e absoluta. O verbo predestinou aqui tem muito a nos dizer:
1) é um verbo que está em uma ação passada que não pode ser repetida, mas que seus resultados são duradouros. Ou seja, uma vez predestinados, os homens nunca poderão larga ou deixar sua condição de predestinado – seja para vida, ou seja para a morte.
2) o verbo mostra toda a ação vinda da parte de Deus. Pois, a voz deste verbo é ativa. Então, ele deliberadamente decidiu predestinar todas as coisas. Isso nos leva para o segundo aspecto deste texto. Ou seja, nos conduz para a pergunta basilar:
III – QUAL A FINALIDADE DESTA PREDESTINAÇÃO?
3.1 – A adoção de Filhos
“para a adoção de filhos” isso aqui é importante. Sim, fomos adotados na família de Deus; esta é a finalidade da predestinação, para que sejamos adotados. O termo “adoção” que aparece aqui tem implicações gritantes; vejam:
       1. Que Por natureza não somos filhos de Deus: esta é a primeira grande implicação que o substantivo “ui`oqesi,an” tem a nos informar, então, é um ledo engano, quando pregadores dizem que todos são filhos de Deus. Não são. Mais adiante Paulo vai nos lembrar que estávamos mortos nos nossos delitos e pecados e que éramos por natureza filhos da ira... (Efésios 2.1-3).
       2. Que somos incapazes de nos tornar filhos de Deus aparte de sua predestinação.  Este é outro aspecto culminante desta palavra “adoção” – quando queremos adotar um filho, nós planejamos como vamos fazer, plenejamos e ordenamos nossas finanças, idealizamos tudo. Notem, eles só podem vir a ser filhos se os nossos projetos e planos tiverem perfeita capacidade de se concretizar.
       Notaram que não somos filhos, ou nos fazemos filhos, por algum esforço que provem de nós? Não cabe aqui o livre-arbítrio, não cabe aqui as boas obras, cabe aqui mais uma vez a escolha livre e soberana de Deus sendo manifestada por causa de sua predestinação. Este é um aspecto fundamental para que nós consideremos esta gloriosa verdade, isso deve provocar em nós duas atitudes:
1) Humildade – Deus me quis em sua família, ele me amou desde toda eternidade para me fazer um filho seu!
2) Louvou: - louvar a Deus por tão grandioso amor. Imensurável amor, incalculável amor que nos fez ser filhos por adoção.
3.2 – Jesus Cristo – o meio pelo qual somos adotados na família de Deus.
       Mas, notemos que esta adoção nunca vincula-se somente a predestinação ela precisa de um mediador, observe o nosso texto mais uma vez: “por meio de Jesus Cristo”. Cristo é o mediador do seu povo, é o resgataor, é por meio de Cristo, e por causa de Cristo que podemos ser inseridos, podemos ser trazidos ao seio da família de Deus, pois, é precisamente isso que vemos no grego “dia. VIhsou/ cristou/ eivj auvto,n” – literalmente temos “por meio de Jesus Cristo para ele”, em outras palavras, apenas em Cristo somos entregues ao Pai. Somente em Cristo temos acesso a casa do Pai. Glorioso é este evangelho.

IV – O FUNDAMENTO DA PREDESTINAÇÃO E ADOÇÃO: A VONTADE DE DEUS.
       Mas onde tudo isso se fundamenta? Sim tudo deve ter um alicerce. Que alicerce é esse?  “segundo o beneplácito de sua vontade” “kata. th.n euvdoki,an tou/ qelh,matoj auvtou/” – sim, aqui Paulo nos informa que toda a obra da predestinação que inclui a nossa adoção e mediação em Cristo Jesus se fundamenta nesta “eudokiam tou thelematos theou” – ou seja, é o querer de Deus que tudo isso ocorra, é a vontade boa e agradável do Senhor.
       A nossa salvação, a nossa inclusão na família de Deus não depende de nenhum livre-arbítrio humano, de nenhum esforço humano, apenas, somente da vontade santa, augusta e amorosa de Deus.

       E o seu propósito, o conselho de sua vontade. Notem ele não pede conselho a ninguém a sua vontade é o seu conselho, o seu executar de tudo o que temos e tudo o que somos. Amém


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Efésios 1.1-2 - O Supremo Propósito de Deus.

O SUPREMO PROPÓSITO DE DEUS:
EFÉSIOS 1.1-2.
Rev. João França.
 “Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus, aos santos que vivem em Éfeso e fiéis em Cristo Jesus, raça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” (Efésios 1.1-2)
Introdução: Ao abordarmos esta Epístola, confesso francamente que tenho um senso de completa incapacidade ao fazê-lo. Um escritor chegou a dizer que esta carta é a “coroa e o clímax de toda a teologia Paulina”. E certamente não é uma descrição tola, ou menos rica, mas descreve apropriadamente este grande livro que temos diante de nós.
         O tema geral da Epístola é proposto logo aqui neste versículo. Isso é característico do Apóstolo Paulo.  Veja, como ele se coloca como “Paulo, Apostolo de Cristo Jesus, pela vontade de Deus” – ai está! O tema da epístola, primeiramente e acima de tudo é Deus  - tudo vem a existência por causa da “dia. qelh,matoj qeou/”. O apóstolo sempre começa dessa maneira, e é assim que todo o cristão deve começar ao estudar a revelação de Deus na Bíblia.
         A Bíblia é o livro de Deus, é uma revelação de Deus e o nosso pensamento sempre deve começar com Deus. Do principio ao fim, a mensagem da Bíblia é tem o propósito de nos levar de volta para Deus, humilhar-nos diante de Deus e habilitar-nos a ver a nossa real relação com ele.
         A carta de Efésios nos coloca face a face com Deus – ela salienta a glória  e a grandeza de Deus; vemos neste primeiro capítulo a tônica da glória de Deus ser ecoada de forma única e singular. “eivj e;painon do,xhj auvtou/” – para o louvor de sua glória (vs.11). – o que podemos aprender aqui nesta passagem das Escsirutras? Podemos aprender sobre o supremo propósito de Deus; podemos aprender sobre a soberania de Deus. Vejamos:
I – EM PRIEMEIRO LUGAR CONSIDEREMOS A SOBERANIA DE DEUS DEMONSTRADA.
         Notem como Paulo chega de imediato a este ponto “Paulo, Apostolo de Cristo Jesus, pela vontade de Deus” – Não por sua própria vontade! Paulo não chamou a si mesmo, a igreja não o chamou; foi Deus mesmo quem o chamou. Ele é apóstolo pela vontade de Deus. Ele expõe isso muito explicitamente. Há certamente uma ênfase na soberania divina – o apostolo usa aqui no grego a preposição “dia” – pela . que rege um substantivo no caso do genitivo “thelematos Theou” – que comunica a ideia de uma posse, de pertencente a alguém, mas aqui especificamente indica a origem – o chamado de Paulo para pastorear a igreja do Senhor nasceu na vontade soberana de Deus.
         Quando analisamos e estudamos esta epístola certamente  que foi Deus quem escolheu soberanamente cada cristão em Cristo Jesus.; foi Deus quem nos predestinou. Faz parte do supremo propósito de Deus que sejamos salvos.
         Toda esta epístola nos diz que devemos sempre contemplar a salvação desta maneira. Não devemos partir de nós e depois acender até Deus; mas devemos partir da soberania de Deus – em outras palavras não devemos partir da falsa doutrina do livre-arbítrio, mas devemos partir da soberania de Deus que anula o nosso orgulho e soberba!
II – EM SEGUNDO LUGAR CONSIDEREMOS AS QUALIDADES DA VIDA CRISTÃ DESCRITAS AQUI.
         Paulo nos apresenta não somente os conceitos da soberiana de Deus nesta carta; mas nos apresenta as qualificações dos cristãos que seguem e que são achados pela vontade de Deus. Ele chama os crentes daquela cidade de a`gi,oij– este grande vocábulo grego nos ensina algo fundamental sobre o nosso cristianismo.
         Somos chamados por esta vontade de Deus para sermos santos. Consagrados, separados do mundo – o sentido de ser separado aqui não é ser alienado do mundo – mas o sentido é ser a diferença neste mundo que nos cerca, não é ser santo apenas no domingo, ou transformar nossa religião em algo privativo ao domingo, e nunca levar para a nossa vida, para a nossa sociedade, faculdade, trabalho e família.
         Note como Paulo aplica isso em nosso texto ele diz – “aos santos que estão em Éfeso”. Os crentes eram santos não nas quatro paredes do templo, mas eram santos na cidade, que cultuava a deusa Diana. E é precisamente aqui que nos precisamos manifestar este atributo de santidade de vida.
         Em cada departamento de nossa vida carecemos de uma vida digna diante de Deus e dos homens!  A nossa vida consagrada a Deus é marcada quando fazemos tudo pensando em Deus e para a glória de Deus.
         A segunda qualidade que vemos ser apresentada em nosso Texto é que os crentes são descritos como “fiéis em Cristo Jesus” – o termo aqui no grego é “pistoi/j evn Cristw/| VIhsou/(” – o termo fiéis no grego significa digno de confiança, alguém em quem se pode confiar, digno de credibilidade – expressa do conceito do “sim, sim e não, não” – fidelidade. Esta é a qualidade da vida cristã. Nós somos chamados pela soberana vontade de Deus para sermos homens e mulheres fiéis, todavia, tal fidelidade não consiste de uma disposição natural, mas note que deve ser em Cristo Jesus.
III – EM TERCEIRO LUGAR, CONSIDERAMOS A GRAÇA DE DEUS.
         Esta palavra graça é usada mais de treze vezes nesta epístola. O apóstolo sempre a vive repetindo. No versículo segundo ele coloca a frase inicial: “graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
         Este é o tema estupendo no qual somos inseridos nesta carta como um todo. A estupenda graça de Deus para como o homem pecador e providenciando para ele a salvação e redenção. Esta saudação aqui comunica tudo isso! Paulo vai dizer “a riqueza da sua graça”(vs.7) – “kata. to.n plou/ton th/j ca,ritoj auvtou/(” – kata ton plouton tes charistos autou – Aqui o termo graça que aparece aqui “charis” era a saudação comum dos gregos – onde apresentava a ideia de gratidão – notemos que no conceito teológico indica o favor imerecido; gratuidade é exatamente isso que descreve o termo. Ou seja, somos mais uma vez humilhados diante desta palavra – graça! Tudo o que temos, tudo o que somos, tudo que seremos devemos a graça de Deus, e nada mais, nenhuma participação humana; nada de esforço humano.
         O segundo termo que completa esta saudação é paz – eivrh,nh” – uma palavra urgente para os nossos dias! Sim dias em que os homens vivem em guerra, estes conflitos são emocionais, familiares, relacionais e bélicos – o homem por natureza é belicoso – ama fazer guerras, então, vem o evangelho de Cristo e diz que devemos vê-lo como o príncipe da paz!
         Esta saudação é significativa, pois, o termo grego eirenê reproduz a saudação dos judeus a shalom no hebraico; ora, isso é importante, visto que para os judeus era impossível dividir o mesmo espaço com um não Judeu – com um gentio, e neste caso em específico – com os gregos de Éfeso. Notem, é na igreja onde relacionamentos são curados, é na igreja onde o amor é demonstrado, ambos os povos – gregos e judeus agora congregados devem viver unidos – e expressando isso mutuamente na saudação paulina: Graça e paz!
         O apóstolo nos apresenta a origem destas duas virtudes fundamentais à sobrevivência do cristianismo! Sim a origem é Deus Pai! Vejam: “a parte de Deus, nosso Pai” – po. qeou/ patro.j h`mw/n”- apo theou patros hemôn – Deus que é Pai nos congrega em sua igreja para que gozemos de sua graça absoluta e soberana; ele como Pai que é cuida de seu povo, dos seus eleitos, dos seus escolhidos – somos chamados para sermos homens e mulheres resgatados pela graça e paz, marcados e selados pelo amor de Deus Pai.
         Deus é visto como o nosso Deus! Ele é o objeto de nossos afetos, objeto de nosso culto. Objeto de nossa adoração – ele é o nosso Deus. Paulo demonstra que Deus é o nosso pai amoroso. Porque ele é infinitamente amor!
         A graça e paz que reina na igreja pertencem e tem origem “Senhor Jesus Cristo” – aqui o apóstolo Paulo usas o termo “kuri,ou” – kyriou – do senhor – e descreve a realiza, a majestade e a soberania de Cristo. Isto é importante, pois, em nosso tempo temos visto um Cristo apresentado como simplesmente um salvador sem ser senhor! Não, ele deve ser visto como nosso redentor, pois, ele assim é descrito como tal, todavia, ele deve ser encarado como Senhor, como chefe sobre todos. Ou seja, ele é soberano sobre a nossa vida.
         O termo grego kyrios este substantivo aqui é traduzido pelo o termo Yahweh  do Antigo Testamento – nome aplicado exclusivamente a Deus, isso tem implicações sérias, nós servimos ao nosso Senhor Jesus Cristo como nosso único Deus, nosso objeto de culto.
         O nosso salvador, o nosso redentor é o aquele que nos ama, nos salva, mas é também aquele que nos governa. Governa as nossas vontades, a nossa existência e determina a nossa história.
Pelo Reino,

Rev.João Ricardo Ferreira de França.

FILEMON: VIRTUDES QUE ADORNAM A VIDA CRISTÃ

VIRTUDES QUE ADORNAM A VIDA CRISTÃ
Rev. João França 

Introdução:
            A carta que temos diante de nós é de suma importância à vida cristã; pois, lida com questões relacionadas ao dever do cristão frente à problemática da escravidão, da compaixão cristã, do amor altruísta e libertador que o crente proclama e deve viver na sociedade como um todo.
Elucidação:
Ocasião e o propósito da carta.  Esta carta é reconhecidamente a mais curta do corpus paulino, alguns estudiosos tem classificado como um bilhete pessoal de Paulo a um cristão chamado Filemon. Entretanto, ao associar Timóteo (Filemon 1.1) nas linhas inicias deixa-nos claro que trata-se de uma carta para ser lida no culto público. A ocasião da escrita se dá quando um personagem chamado Onésimo comete um ato injusto ao seu senhor que   é Filemon e foge, ao fugir provavelmente é encontra-se com Paulo na prisão, este por sua vez o evangeliza, e o traz a fé cristã. A natureza do delito não é descrita em detalhes, Onésimo provavelmente tenha furtado ao seu Senhor (vs.18), mas a lei romana estabelecia que quem desse abrigo a um escravo que cometeu tal ato ilícito deveria reparar os danos causados ao senhor é o que parece indicar o verso  19: “Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei -- para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo.”
            A lei na época estabelecia que o escravo fugitivo deveria ser açoitado e em alguns casos crucificado por traição. Paulo intercede por Onésimo para que Filemon o perdoe, o pedido de Paulo era revolucionário para a época porque a Lei romana deterinava outra coisa. Essa ação de Filemon deveria ser algo voluntário (vs.14)
Local e data:
            Há uma discussão sobre o local e a data da escrita desta carta. De onde Paulo escreveu esta epístola? Alguns sugerem que fora em Roma, entretanto, nos parece que a carta foi escrita de Éfeso  quando Paulo estivera preso provavelmente no ano 55 A.D.
As Virtudes da Vida Crista:
Quais são as virtudes que adornam a vida cristã?
I – O DESEJO DE PROMOVER A UNIDADE NA IGREJA DE DEUS (vs.1-3)
“Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador, e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa, graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
            Paulo inicia esta carta colocando-se como “prisioneiro de Cristo Jesus” a palavra “prisioneiro” é usada para referir-se a uma prisão real. Ao identificar-se como prisioneiro de Cristo Jesus no grego indica que ele está escrevendo como um comissionado (um escravo) de Cristo para comunicar as verdades de Deus e que sua mensagem deve ser aceita como autoritativa.
            Na carta se menciona Timóteo e o endereçado que é Filemom. Filemom é chamado de “amado” (1:1 BGT)”  alguém por quem Paulo nutria um amor sacrificial, Filemon era “colaborador” do evangelho juntamente com sua esposa Áfia; e Arquipo era também companheiro de lutas, uma vez que assumira as funções pastorais de Epafras naquela comunidade.
            Como Filemom era cooperador na obra do evangelho? Somos informados que ele acolhia a igreja de Deus em sua casa. A igreja aqui certamente era a de Colossenses. E, o apóstolo desejara “a graça e a paz” na vida da Igreja que ali se reunia para promover a unidade e o amor cristão, pois, Judeus e gentios principalmente adoravam ao Deus vivo e eram escravos de Cristo Jesus.
II – A DEMONSTRAÇÃO DE AMOR E ZELO PARA COM TODOS OS SANTOS (VS.4-7)
4 Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações, 5estando ciente do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e todos os santos,  6 para que a comunhão da tua fé se torne eficiente no pleno conhecimento de todo bem que há em nós, para com Cristo. 7 Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio.
1.      Ações de Graça de Paulo em favor de Filemon. (vs.5)
            Agora neste momento Paulo quer cientificar a Filemom que sempre agradece a Deus pela existência daquele irmão; ele o faz sempre através das orações em favor de Filemon. Mas, a grande questão é por que Paulo sempre se lembra desse crente em suas orações? E a resposta está no fato de que este irmão tem adornado a sua vida cristã com atitudes singulares de um crente. Paulo agradece pela vida de Filemom porque “ouviu” a respeito a respeito do amor e da fé que eram demonstrados a Cristo e aos santos (vs.5)
            Estas duas virtudes cristãs “amor e fé” para com Jesus Cristo e todos os santos, motivaram a Paulo a agradecer pela vida de Filemom como um cristão dedicado a Deus e a sua igreja. Este amor era direcionado a Cristo “no sentido de aspirar a seguir a Cristo” bem como para com toda a “família de Deus” reunida na igreja.
2.      Promovendo comunhão entre os santos (vs.6-7)
            Nos versos 6 e 7: “6 para que a comunhão da tua fé se torne eficiente no pleno conhecimento de todo bem que há em nós, para com Cristo. 7 Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio.”
            Paulo ressalta a finalidade de sua gratidão que consiste no fato de que a “comunhão” (1:6 WHO) da fé fosse eficiente na prática de todo bem; é como se Paulo desejasse que essa fé de Filemom viesse a ser demonstrada em “generosidade por meio do serviço amoroso” no pleno conhecimento do bem que deve haver nos crentes, uma vez isso demonstrado não para com os homens, mas para com Cristo.
            Paulo no verso 7 dirige-se a Filemom transbordante de alegria obtida em conforto promovido pelo amor que este irmão demonstrara, isto porque o coração da comunidade era reanimado constantemente por intermédio dele.
            A palavra grega para “conforto” significa encorajado. E o termo “reanimado” no grego significa trazer “refrigério” com o sentido de renovação depois do sofrimento – aquela igreja estava sem seu pastor durante muito tempo (Epafras) (Col.1.7) e por vezes poderia até esmorecer, mas um irmão da comunidade reanimava o coração dos santos constantemente. E o velho apóstolo encontrava-se encorajado a continuar o trabalho e a jornada frente às igrejas de Deus.
III – NA PRÁTICA DA PIEDADE CRISTÃ (VS.8-25)
8 Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém, 9 prefiro, todavia, solicitar em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus; 10 sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas.  11 Ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim.  12 Eu to envio de volta em pessoa, quero dizer, o meu próprio coração. 13 Eu queria conservá-lo comigo mesmo para, em teu lugar, me servir nas algemas que carrego por causa do evangelho;  14 nada, porém, quis fazer sem o teu consentimento, para que a tua bondade não venha a ser como que por obrigação, mas de livre vontade. 15 Pois acredito que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o recebas para sempre, 16 não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor.  17 Se, portanto, me consideras companheiro, recebe-o, como se fosse a mim mesmo. 18 E, se algum dano te fez ou se te deve alguma coisa, lança tudo em minha conta.  19 Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei -- para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo.  20 Sim, irmão, que eu receba de ti, no Senhor, este benefício. Reanima-me o coração em Cristo.
1.      Um coração piedoso roga em favor de outros (vs.8-10)
            Esta seção trata do pedido de Paulo direcionado a Filemom em favor de Onésimo (vs.8-10). O apóstolo Paulo poderia ordenar a Filemom a agir de forma cristã em relação a Onésimo, visto ser Paulo uma autoridade apostólica singular neste contexto; entretanto, ele tenta persuadi-lo a agir com amor (vs.9), pois, a igreja é a comunidade do amor, não do ódio, da ira e de rancores. Pois, quem está solicitando essa ação piedosa em amor é Paulo o embaixador (o velho - 1:9 BYZ) que se encontra em algemas pelo evangelho.
 A palavra solicitar (vs.10) aqui tem o sentido de encorajar; ou seja, Paulo está encorajando a Filemom a agir de acordo com a prática da lei do amor e não de Roma. Revelando assim o seu propósito em escrever esta carta. Paulo chama Onésimo de seu filho “gerado entre algemas” usando  a metáfora da paternidade, revelando que tinha agora autoridade espiritual sobre Onésimo.
2.      Sendo útil ao reino de Deus ( vs 11-15)
No verso 11 – Paulo usa um jogo de palavras com o nome do escravo. Este nome era muito comum na época, muitos escravos recebiam o designativo de “Onésimo” que significa “útil”. Paulo diz que antes da conversão o Escravo de Filemom era inútil, mas agora é útil tanto a Filemom como a Paulo na causa do evangelho. Então, Paulo toma a decisão de enviá-lo novamente a Filemom. Mas, de forma dramática Paulo diz que está enviando o seu próprio coração (vs.12), o desejo de Paulo é que Onésimo seja seu ajudante na obra missionária (vs.13) e o pedido de Paulo é claro sobre isso, caso o escravo ficasse livre o mesmo deveria voltar para servir a Paulo no trabalho laborioso da proclamação do evangelho.
Entretanto, o apóstolo não quis fazer nada sem a autorização de Filemom (vs.14) revela-nos o caráter Paulo em cumprir a demanda legal neste assunto, pois, um escravo fugitivo deveria ser devolvido ao seu dono legal. Paulo apela para a consciência de Filemom no que respeita a tratar de modo digno Onésimo. Paulo relembra no verso 15 que o escravo havia sido tirado dele temporariamente para que pudesse reavê-lo, o apóstolo vê nisso a mão da providência, pois, agora Onésimo não mais um escravo que ao morrer não teria o caminho dos santos, pelo contrário agora ele tem morada eterna – por isso Filemom o tem para sempre!
3.      Exercendo a Piedade Cristã em favor do desfavorecido (vs.16-25)
Nos versos 16-20: somos introduzidos ao apelo de Paulo pela prática da piedade de Filemom em relação ao escravo.
            O apóstolo assegura que Filemom recebesse a Onésimo não como um escravo,  mas muito acima disso, como um irmão caríssimo,  mas de forma dramática Paulo se coloca no lugar do escravo e pede que Filemom o trate como se tivesse tratando a Paulo.
            O apóstolo ainda assegura cobrir todos os prejuízos ocasionados pela fuga de Onésimo, mas ressalta que o próprio Filemom devia sua vida cristã a Paulo, pois, fora o apóstolo quem o havia conduzido à fé cristã. (vs.18-19); e o desejo de Paulo é que Filemom aja com piedade cristã para que seu coração seja novamente reanimado em Cristo. (vs.20)
            Paulo está certo da obediência de Filemom (vs.21) e deseja em breve visitar a igreja, pois, está ciente de que está continua orando por ele. E termina enviando as saudações de todos os que labutam com ele no ministério cristão: Epafras que estava preso por causa do testemunho de Cristo; Marcos, aristarcos e Demas (quando ainda servia a verdade) e Lucas  cooperadores. O desejo de Paulo é que a graça de Cristo estivesse presente na vida de Filemom a despeito de toda a situação que estava vivendo.  (vs. 22-25)         
Aplicação:
1.      Devemos promover a unidade na vida da igreja em qualquer circunstância;
2.      Reanimar o coração dos santos quando estes estão desfalecendo.

3.      Fortalecer a vida piedosa por meio da oração, da palavra e do envolvimento com o reino de Deus.

EFÉSIOS 5.25-33: MARIDO FEDERAL

MARIDO FEDERAL
Rev. João Ricardo Ferreira de França
EFÉSIOS 5.25-33.
Introdução:
Vivemos dias em que a família cristã tem sido atacada de várias formas. Ele tem sido atacada a ponde de ser vista como uma inimiga dos homens como um todo; mas, quando nós percebemos o mundo e o sofrimentos que os casamentos e as famílias tem experimentados, as vezes nos perguntamos – por que há tanta lágrimas no meu casamento, por que há tantas lutas em meu relacionamento, porque as vezes parece que casei com a pessoa errada?
A resposta curta e grossa. É porque o primeiro homem deste mundo não conseguiu ser um marido pactual, ou seja, ele não foi o cabeça federal de sua esposa (Gn.2.15); e por vezes, somos desafiados a olhar para nosso cônjuge e dizer eu preciso ser que eu sou – eu preciso ser o homem federal. Como eu posso ser um marido federal? De que forma eu posso ser este marido?
I – AMANDO A ESPOSA COMO CRISTO AMA A IGREJA (vs. 25).
            A primeira forma com a qual um homem pode ser um “marido pactual” é sendo amoroso. Mas, amor aqui neste contexto não se refere a sentimentos, notem que Paulo usa o verbo no imperativo. “ἀγαπᾶτε τὰς γυναῖκας  (Eph 5:25 BYZ)” – é um presente, no grego indica uma ação contínua. Sempre amando. Você diz, mas o meu amor esta acabando, eu não sinto mais nada pela minha esposa, Paulo mostra que este amor não é um sentimento, ele é uma disposição da vontade.
            Por que digo isso? Porque o apóstolo nos ensina que este amor marital deve equiparar-se ao mesmo modo como Cristo amou a igreja; havia alguma beleza na igreja para cristo amá-la; ela cheia de ruga, de pecado, de maledicência de todo o tipo de pecado, Cristo ele simplesmente amou a igreja.
            Qual a qualidade de amor o marido federal deve dá a esposa? É um amor sacrificial. Notem que Paulo nos ensina que do mesmo modo que Cristo se doou e se sacrificou pela igreja, os maridos pactuais devem fazer o mesmo. Dá a vida pela Esposa! É o dever dos maridos. Você só está disposta a dá ordem a sua esposa? Você não está disposto a morrer por ela? A expressão grega aqui “παρέδωκεν ὑπὲρ  (Eph 5:25 BGT)” –  significa “se doar em lugar de”. Paulo relembra que devemos ser diferentes de Adão. Ele deixou Eva ir na frente . Aqui Paulo diz que o marido crente deve se doar a ponto de perder a vida  pela sua esposa.
            Como posso ser um marido pactual?
II – COMPREENDENDO A FINALIDADE DE SER UM MARIDO PACTUAL (vs. 26-30).
            Qual a finalidade de você está casado com esta mulher? Qual o propósito que teve ao te fazer um marido federal?
1.      Para ser um promotor da santidade pessoal de sua esposa (vs. 26)
Marido não é sua esposa que tem que ler a bíblia para você na devocional de sua casa! Não é sua esposa que tem que lutar com você para que vc faça o culto familiar! Você é marido federal, você é o representante da aliança no seu lar! Quantas esposas estão vivendo sem água pura da palavra! Estão vivendo no deserto espiritual total e você esposo, cabeça, chefe do lar não lhe dá a água da palavra para saciar a sua sede; quantos pecados há na vida de sua esposa, que estão ocultos no seu coração e você não é capaz de sentar com ela e lavá-la com a água pura da palavra.
Quantos pecados não confrontados em seu casamento porque a Palavra é omissa no seu lar marido federal! Quanta tristeza se estabelece nas famílias da igreja quando nós homens pactuais não assumimos o nosso papel de santificar a nossa família! (1 Co.7.14)
Há maridos que desejam santificar a esposa controlando o tipo de roupa que vestem, o tipo de música que ouvem, o tipo de palavra que falam! Não! Você santifica a sua esposa da mesma forma que Cristo santifica a igreja – Pela Palavra! E com a Palavra. Assuma um compromisso nesta noite, eu vou ser o marido da Palavra no meu lar, eu vou purificar e santificar minha esposa com a Palavra de Cristo.
2.      Para ser o confrontador do pecado da esposa (vs. 27)
Paulo aqui mostra que Cristo ele trata do pecado da igreja com a finalidade de apresentar uma igreja  - gloriosa, sem mancha, e sem defeito – o alvo da santidade da igreja é perfeição para ter condições de está diante de Deus. Como Cristo consegue isso, confrontando o pecado de sua igreja.
Assim, de igual modo, os maridos pactuais devem fazer no lar. Confrontar o pecado de suas esposas quando forem passíveis de repreensão, apontar o caminho da santidade, caminha com elas até a cruz; revelando que o alvo da vida cristã é a santidade.
Quantos casamentos são empecilhos para o crescimento espiritual da igreja? Não porque o casamento é ruim, ou porque não é bom casar, na verdade meus irmãos, é porque os homens pactuais deixaram de tratar do pecado da esposa – deixaram de levar a palavra para os seus lares através do culto doméstico, através da oração no lar, através da exortação mútua (Colossenses 3.16) – a palavra de Cristo não habita mais ricamente no seio do lar, porque o marido pactual deixou de lado a sua obrigação pactual.
3.      Para ser o provedor das necessidades da esposa em amor (vs.28-29)
A terceira razão porque Deus te fez um marido pactual ou marido federal. É porque você deve ser o provedor do seu lar em amor.
Paulo relembra aqui que assim como Cristo cuida, nutre, alimente o seu corpo que é a igreja; assim, de igual o marido deve fazê-lo. Agora aqui cabe uma palavra para as esposas. Tenho ouvido de muitas esposas coisas do tipo, meu marido não me ama! E ai eu pergunto: por que seu marido não lhe ama? E a resposta que encontro é a seguinte: ele esqueceu o meu dia anivesário! Ele esqueceu o dia dos namorados. Mas, já parou para pensar que você reduziu o amor de seu marido a uma caixa de bombons! Ou um buquê de flores? Notem o que Paulo diz, ele diz que o  marido federal devem amar a esposa como ao próprio corpo.
Notem o homem é o cabeça da mulher (vs. 23) e a mulher o corpo deste homem, então, quando ele cuida do corpo – alimentando, trabalhando para dá conforto a esposa, lutando no dia – a – dia para trazer o sustento para dentro de casa. Este homem não está amando? Paulo de maneira prática mostra o amor do marido a sua esposa nestas esferas que muitas mulheres ignoram.
Paulo não permite que o ódio se faça presente no casamento! Por quê? Porque é o ódio que impede que eu trate bem de minha esposa, é minha atitude de ódio  que trata a esposa com amargura (Colossenses 3.19).
Mas, amor nos faz fazer sacrifícios. O amor nos faz alimentar o nosso lar, o amor nos faz dobrar os julhos e pedir perdão, o amor nos ensina a renunciar nosso orgulho. O amor nos torna líderes!
Como posso ser um marido federal?
III – ENTENDENDO QUE DEUS FEZ O HOMEM PARA SER CHEFE DE SUA FAMÍLIA (vs. 30-33)
Agora Paulo chegue ao desfecho deste capítulo cinco. Paulo ele considera agora que uma vez unidos a cristo os crentes formam o corpo de Cristo, a velha relação com o mundo não interfere mais nessa nova realidade de corpo de Cristo (vs. 30); entretanto,  apóstolo fundamenta o seu pensamento buscando Gênesis 2.18-24.
O Marido Federal é alguém que entende que a velha relação (a relação de solteiro) não existe mais! Isso aqui é importante, há casais que vivem seus casamentos como se fosse dois solteiros dentro de casa.
Também não se desprenderam da velha relação, quando há alguma dificuldade no casamento liga-se para os pais, e estes por sua vez querem se intrometer na vida do novo casal!
Paulo é taxativo neste sentido, quando cita o que Deus revela em sua Palavra. Quando nós casamos nós é que somos os chefes de nosso lar, não é mais o seu pai, não é mais a sua mãe que deve agora interferir na sua família.
Vemos filhos casando e em vez irem para sua casa, voltam com o cônjuge para a casa dos pais, a Bíblia não autoriza isso, se o homem faz  isso ele não é o marido pactual. Ele não esta cumprindo a sua vocação. O casamento é um desapegar-se dos pais, e unir-se ao seu cônjuge! Homens entendam isso! Paulo vai nos dizer (vs 32) que o casamento é um grande mistério e o mesmo é emblema da relação de Cristo com a igreja; então, a igreja tem um cabeça que é cristo; assim, a família tem um cabeça que é o marido. Para que este casamento caminhe para glória de Deus os limites pactuais devem ser respeitados o marido deve amar a esposa e a esposa deve respeitar o marido (vs.33); e tudo redunda para glória de Deus.


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